Aprenda como vender produtos importados legalmente na internet!

São muitos os motivos para se investir no mercado digital, entre eles, a facilidade em importar e vender. Ocorre que a internet e suas ferramentas permitem que os investidores possam trazer produtos de outros países, obtendo, assim, um diferencial de mercado e, como consequência, bons rendimentos. Mas como vender produtos importados pela internet?

Neste post, vamos responder à questão, mas, antes, vamos aprender mais sobre o conceito, as vantagens, legislação, onde encontrar bons fornecedores, entre outras informações muito importantes para obter bons resultados no mercado virtual. Boa leitura!

O que são produtos importados

São produtos ou serviços adquiridos em um país estrangeiro para fins de uso ou revenda. Para muitos países, a importação de bens de consumo é fundamental para a economia, uma vez que movimenta o comércio e empresas de logística, gera tributos etc.

Em geral, os negócios tendem a importar produtos quando acreditam ver uma oportunidade, quando a demanda é maior que a oferta ou quando o valor de mercado mundial é menor do que o local. Existem também dois tipos de importação, a de bens industriais e de bens e serviços de consumo.

O processo de compra de produtos importados também exige do importador conhecimentos específicos, mesmo com a facilidade que a internet proporciona. É fundamental conhecer e entender as regras junto às estâncias aduaneiras, taxas, prazos de entrega e cotações de moedas estrangeiras.

Vantagens de vender produtos importados na internet

O e-commerce brasileiro está em franca expansão. No primeiro semestre de 2017, seu faturamento superou os R$ 21 bilhões, o que representa um aumento de 7,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os números são do Ebit, organização que faz a medição do desempenho das lojas e do comércio eletrônico brasileiro em geral e também levantou o número de pedidos, que, pela primeira vez, superou os 50 milhões.

Vamos a algumas vantagens:

Boa margem de lucro

Além da maior receptividade e ganhos, são muitas as vantagens de vender produtos na internet. A mais atrativa delas é o preço de revenda, o qual pode ser até 400% maior do que o preço de compra. Se o lojista vender por um valor um pouco menor, aumenta o interesse do público, pode cobrir seus custos e investir em melhorias.

Facilidade de gestão

Diferente de outras modalidades de negócio, como a indústria, importar produtos é uma forma de empreender sem grandes complexidades ou investimento. O empreendedor precisa de uma infraestrutura menor em relação ao comércio físico, por exemplo, pois pode utilizar sua própria casa como estoque e base para ter uma loja virtual.

Os riscos também são menores, tendo em vista que existem leis e diretrizes para proteger o importador, bem como as ferramentas de monitoramento dos pedidos. Dessa forma, não há perda de tempo com atividades e os gestores focam apenas a gestão e divulgação de seu portfólio.

Maior versatilidade

A importação não prende os lojistas a apenas uma linha de produtos. Há uma variedade imensa, que atende a diferentes culturas e mercados, permitindo que os gestores avaliem quais as opções mais interessantes e quais têm melhor aceitação do público.

Até mesmo o processo de compra é versátil, com possibilidade em sites que atendam aos principais nichos de atuação do mercado nacional. Além disso, o tempo de entrega tem sido cada vez menor.

Produtos exclusivos

Vários produtos não estão disponíveis no Brasil ou sua venda em grandes quantidades é muito custosa. A importação viabiliza trazer versões exclusivas, lançamentos e categorias diversas, gerando um diferencial competitivo para o negócio. O público passa a se interessar mais pela sua proposta, principalmente se ele se sentir especial ao adquirir a mercadoria.

Tecnologia de ponta

Muitas novidades do mercado surgem a partir de esforços tecnológicos de países desenvolvidos. Atuar com tecnologia de ponta é um diferencial essencial, uma vez que o cliente valoriza a união entre preço, inovação, tecnologia e qualidade.

Como comprar e revender produtos importados

Agora que você já sabe um pouco dos procedimentos e vantagens sobre como vender produtos importados, é o momento de entender como tudo funciona:

Defina seu público-alvo

O público-alvo é o grupo de pessoas que têm características que se identificam com a sua proposta. Basicamente, ele está mais propenso a comprar de você, pois seus produtos podem atender as necessidades de consumo desse grupo de pessoas, aumentando sua satisfação e fortalecendo sua relação.

Entender os hábitos do seu público vai ajudá-lo a criar soluções e oferecer produtos mais precisos, daí a necessidade de pesquisar sobre ele, sua faixa etária, classe social, o que gosta e o que não gosta. A partir desse ponto, você pode focar seus esforços de marketing.

No marketing digital, também se fala muito de persona, que é a descrição semificcional do cliente ideal para o negócio. Trata-se de uma representação que traz dados relacionados ao comportamento, demografia, entre outros pontos relevantes para criar histórias pessoais, objetivos, desafios e pontos que o motivam.

Vamos ao exemplo:

“Ana, 30 anos, advogada, classe B+.

Ana é casada e mora com o marido e seus dois filhos. É sócia-fundadora de um escritório de Direito e está cursando sua segunda pós-graduação. Quer se formar, conseguir maior participação no mercado, fazer pelo menos uma viagem internacional por ano e ser boa mãe em tempo integral.

Mesmo com o cotidiano tão corrido, encontra tempo para acessar as redes sociais, ler livros de seu interesse, ver as amigas que fez durante a vida e seu hobby de criar pratos diferenciados (cozinha gourmet).”

Atente a que a persona apresenta informações específicas. É um tipo de organização que viabiliza o entendimento do perfil de cliente ideal, apontando, por exemplo, o tipo de linguagem que pode ser usado e de conteúdo a ser produzido, a abordagem nas redes sociais, entre outros pontos fundamentais para a estratégia.

Veja a quais perguntas você deve responder ao elaborar sua persona:

  • a faixa etária mais comum;
  • o sexo da maior parte do seu público;
  • a atividade/ramo profissional;
  • as principais dificuldades;
  • as principais motivações;
  • os interesses;
  • de que forma sua proposta pode ajudar essa pessoa.

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Escolha fornecedores confiáveis de importação

O fornecedor tem um papel importante e, por isso, é necessário escolher bem. O passo inicial é verificar o histórico do potencial distribuidor, sua capacidade de responder aos questionamentos e o atendimento. Com uma pesquisa mais aprofundada na internet e nas embaixadas, você poderá avaliar a situação das empresas que enviam para o Brasil.

Evite fazer negócios informais, pois, sem contrato ou garantias, não é possível assegurar se você receberá a encomenda. O ideal é buscar instrumentos para reduzir os riscos e exigir que as formalidades sejam cumpridas.

Busque também parceiros que já tenham experiência em relações comerciais internacionais, em especial que tenham familiaridade com clientes brasileiros. Uma vez identificados os parceiros em potencial, o passo seguinte é contatá-los e selecionar aqueles que tenham melhores condições de atender as suas demandas.

Defina a modalidade de importação

Existem algumas modalidades interessantes. Veja qual delas se adapta melhor ao seu negócio:

Trading

É o modelo de importação realizado por empresas que fazem a intermediação entre o fornecedor e o vendedor e que, por isso, recebe comissão. São extremamente úteis para os empreendedores que estão iniciando e não têm muita experiência, pois as empresas sanam dúvidas, instruem e agilizam todo o processo.

A desvantagem é que pode ser mais custoso do que negociar com o fabricante em si, mas pode servir para começar no segmento.

Importação direta

Essa modalidade consiste na compra diretamente com o fabricante ou distribuidor e armazena para revenda em um estoque próprio no Brasil.

Dropshipping

Funciona assim: a loja virtual vende um produto, este é adquirido do fornecedor, que, por sua vez, fica responsável pelo envio para o cliente. A vantagem é a o baixo investimento, portfólio amplo de produtos e baixo risco. Em contrapartida, há uma alta dependência do fornecedor e falta de controle sobre o processo.

Importa fácil

Esse serviço dos Correios facilita a importação de produtos que não ultrapassem o peso de 30 quilos por remessa e com valores entre 500 e 3 mil dólares. Para esse serviço, o contratante paga apenas o valor referente à DIS — Declaração Simplificada de Importação (em março de 2018, esse valor era de R$ 250,00).

Abaixo de 500 dólares, não é necessário utilizar esse serviço.

Entenda os custos de importação

Além do frete e da DIS (se for o caso), o importador ainda deve arcar com o imposto de importação cobrado pela Receita Federal quando as mercadorias chegam até o país e são fiscalizadas no centro de distribuição. De acordo com a Portaria MF 156/99, a alíquota é de 60% do valor dos produtos, mais frete e seguro. Lembrando que a alíquota não pode ser superior a 3 mil dólares.

Exemplo: o pedido custou US$ 400 e tinha mais US$ 50 de frete e US$ 10 de seguro = US$ 460. 60% é US$ 276.

Também é cobrado o ICMS — Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, variável conforme o estado de destino. A tabela muda constantemente, daí a necessidade de acompanhá-la. Neste link, você pode ver a tabela atualizada. A maioria das unidades da federação adota a alíquota de 17%. No estado do Rio de Janeiro, ela é de 19%; e em São Paulo, Minas Gerais e Paraná, de 18%.

Também é cobrada a taxa de R$ 12 de Despacho Postal dos Correios, somado ao fim de todo o cálculo.

Vamos à conta final da encomenda de US$ 400

US$ 400 (encomenda) + 50 (frete) + 10 (seguro) + 68 (ICMS) x 3,25 (cotação do dólar em março de 2018) = R$ 1.716 + R$ 12 = R$ 1728.

Pedidos que não ultrapassarem o total de US$ 50 não são tarifados. Livros, revistas e artigos estão livres de impostos de importação.

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Estabeleça o preço dos produtos importados

Agora que você sabe calcular o preço do produto, poderá calcular o preço de revenda. As tarifas podem parecer altas, mas, mesmo assim, é possível obter bons rendimentos, contudo, é importante avaliar o quanto as pessoas estão dispostas a pagar, o valor agregado do produto e demais custos para a revenda. Procure acompanhar os valores cobrados pelo mercado e veja se vale a pena importar.

Você também pode utilizar técnicas de precificação mais elaboradas, entre as quais, recomendamos:

Margem de contribuição

Ela determina a margem de lucro após calculados os custos de vendas e despesas variáveis. É importante, pois define o percentual que os gestores querem ganhar a cada item comercializado, o crescimento do negócio e se a margem de lucro está boa ou ruim.

Também permite a flexibilidade na precificação, aumentando ou reduzindo o preço de venda conforme a procura e a necessidade do empreendimento.

Em geral, ela é calculada por:

Margem de contribuição = Valor de venda – Custos e Despesas variáveis

Vamos ao exemplo: um produto custou-lhe (soma de despesas fixas e variáveis) R$ 15,00, entre os custos de importação, impostos e demais custos para manter uma loja virtual. A ideia do gestor é ter um lucro de R$ 30,00 a cada venda. O valor final será:

R$ 30 = Valor de venda – R$ 15

Valor de venda = R$ 45,00

A vantagem dessa técnica é a cobertura das despesas gerais e a obtenção de uma margem líquida sobre os itens comercializados.

Pesquisa de preços

Refere-se ao levantamento dos preços praticados pelo mercado e principalmente pela concorrência. Essa forma de precificação ajuda o negócio a se posicionar e manter-se em destaque.

O levantamento das informações depende da análise dos concorrentes e de como eles impactam o empreendimento. Aqueles que cobram valores muito altos não representam uma ameaça, mas também devem ser monitorados, sobretudo se o negócio quer entrar em novos nichos com maior poder aquisitivo.

Faça o levantamento valendo-se dos preços cobrados em diferentes momentos, obtendo a maior quantidade de dados possível, o que torna a análise mais precisa. Encontre uma média interessante para os produtos, que ofereça uma boa margem de lucro e, ainda assim, mantenha a competitividade. Tente não oferecer o preço mais baixo, para não comprometer a sua saúde financeira.

Base no lucro

Em linhas gerais, o negócio determina uma margem de lucro levando em conta seus custos e encontra um valor mínimo de venda.

A fórmula é simples:

100% Preço de venda = custos + despesas fixas (percentual) + lucro desejado (percentual)

Vamos ao exemplo, um produto custa inicialmente R$ 40,00, com despesas que representam 15% desse valor e você quer 20% de lucro referente ao preço de venda. Nesse caso temos:

100% PV = 40 + 15% PV + 20% PV

100% PV – 35% PV = 40

65% PV = 40

PV = 40 / 0,65

PV = 61,53

É importante ressaltar que os gestores devem definir o método mais interessante para suas operações, qual transmite mais segurança e qual traz melhores resultados. Leve em conta fatores como inflação, poder de compra do público-alvo, concorrência, entre outros, para evitar passar por riscos desnecessários.

Crie uma loja virtual

Há, basicamente, duas formas de vender na internet: loja virtual e marketplace.

Loja virtual

A loja virtual é um site em que é possível expor os produtos e os clientes compram apenas clicando, daí a necessidade de criar todo um ambiente para que ele não encontre empecilhos para finalizar a compra.

Existem três tipos: gratuitas, pagas e de código aberto (open source).

Gratuitas

São ideais para quem está começando, contudo, apresentam algumas limitações, como endereço diferente do .com.br e pouca abrangência em relação a outros tipos de plataforma.

Pagas

As pagas são mais completas, mas exigem custo referentes a domínio, servidor, plataforma, sistema de pagamentos, certificado de segurança e tudo mais que for preciso para colocá-la no ar. A vantagem é que, com o mínimo de conhecimento de ferramentas da internet, é possível adicionar produtos e fazer todo o controle das vendas.

Código aberto

É feito a partir de uma plataforma como Magento, que permite adicionar os elementos presentes na loja virtual. Geralmente, é preciso fazer o download de um código aberto e, a partir daí, customizar o seu e-commerce. Apesar da facilidade, é necessário ter conhecimentos em programação ou contratar um profissional ou agência para fazer o serviço. Outro custo será o de hospedagem.

 

Marketplace

É semelhante aos shoppings, só que no ambiente virtual. Mercado Livre, Elo7, Americanas e Submarino são alguns deles. Eles abrem o espaço para que os lojistas possam expor seus produtos e vendê-los, em troca de percentual pela venda concluída, comercialização de espaços publicitários ou mensalidade.

A desvantagem é a concorrência com outros vendedores no mesmo ambiente, mas é possível contorná-la com uma estratégia eficiente e investimentos em publicidade.

A escolha (tipo de loja virtual ou marketplace) vai depender dos recursos disponíveis (dinheiro e tempo), do grau de profissionalismo que quer passar e da experiência prévia no mercado virtual.

Divulgue seus produtos importados

Em pleno século XXI, com a expansão da internet, não é possível pensar que apenas a publicidade boca a boca traga resultados expressivos, ainda mais com a possibilidade de utilizar metodologias e ferramentas para aumentar suas conversões. Vamos aos principais pontos:

Trace objetivos

O passo inicial é definir objetivos e, a partir daí, buscar alcançá-los com sua estratégia. Entre eles, estão gerar mais clientes em potencial, aumentar as vendas e maior participação no mercado, entretanto, eles precisam estar baseados em pesquisa e nas necessidades do negócio.

Defina campanhas e canais de divulgação

Para isso, será necessário basear-se no público-alvo (ou persona), nos seus objetivos e nos recursos disponíveis. Quais as mídias que seu público consome? São várias as possibilidades de interação, e você precisa pesquisar e avaliar quais delas geram mais impacto positivo.

Opte por aquelas que possibilitem mensurar os resultados. Com os dados e os relatórios gerados, você entende mais sobre suas ações, o que está indo bem e o que precisa ser modificado, bem como o impacto de cada canal utilizado.

Entre as possibilidades de publicidade paga, estão:

AdWords

Trata-se dos anúncios veiculados nos buscadores quando algum usuário utiliza palavras-chave escolhidas por você para sua campanha. Daí a necessidade de elas serem relevantes e relacionadas aos seus produtos. Você determina um valor por clique e só paga quando o usuário clicar no anúncio.

Anúncios nas redes sociais

Facebook, Instagram, Twitter e LinkedIn são as principais. A vantagem é que elas já oferecem ferramentas que auxiliam nas campanhas, disponibilizando relatórios referentes à abrangência de seu impacto junto aos usuários.

Influenciadores digitais

São pessoas com muitos seguidores nas redes sociais que acabam influenciando-os a fazer compras, utilizar um serviço ou qualquer ação. O ideal é fazer com que apresentem seus produtos e seu valor agregado, para, assim, gerar conversões.

Já a publicidade gratuita está ligada principalmente à geração de conteúdo, que é grátis, mas requer tempo para a produção ou a contratação de profissionais. Entre os formatos, podemos destacar:

  • blogs;
  • vídeos e imagens;
  • posts nas redes sociais
  • e-books;
  • e-mail marketing/newsletter;
  • webinar;
  • checklists (listas);
  • infográficos;
  • reviews.

Explore metodologias como SEO (Search Engine Optimization), muito importante para estreitar a relação com o público e gerar tráfego orgânico quando os usuários pesquisarem nos buscadores. Assim como o AdWords, o SEO baseia-se nas palavras-chave, e o público o encontra quando fizer a busca. Quanto mais relevante e instrutivo, melhor seu posicionamento.

Assim como outras técnicas, é importante atentar para as palavras-chave. Para isso, é fundamental o uso de ferramentas como Google Trends, que aponta as mais populares e interessantes para a sua proposta.

Melhores produtos importados para venda

Vamos apresentar as categorias mais vendidas e as que tiveram o maior faturamento no e-commerce brasileiro de acordo com o Webshoppers do Ebit.

Moda e acessórios são as categorias com maior volume de pedidos, com o percentual de 14,8% do total. Saúde, perfumaria e cosméticos está em segundo lugar, com 12,2% do total de pedidos. A categoria de casa e decoração está em terceiro lugar, com 10,6% dos pedidos, seguido de eletrodomésticos, com 10,3%. Em quinto lugar, está telefonia/celulares (9,5%) e, em sexto, está a categoria de livros, revistas e assinaturas.

No quesito faturamento, a categoria de telefonia e celulares corresponde a 22,3% do total. Eletrodomésticos apresentam um faturamento de 18,8%. Eletrônicos e informática estão em terceiro e quarto lugar, com 9,6% e 9,2%, respectivamente. Em quinto lugar, está casa e decoração, com 8,3% do total arrecadado pelo e-commerce brasileiro, seguido da categoria de moda e acessórios com 6,4% do total.

Para escolher os produtos, é importante contar com sua experiência prévia, as oportunidades de mercado, recursos disponíveis e a disponibilidade do fornecedor em atendê-lo. Como mencionamos, é importante oferecer um produto que atenda a uma necessidade do público-alvo, com preço competitivo e boa lucratividade.

Vale ressaltar que fazer pesquisa de mercado, experimentações e levantamento de dados é fundamental para elaborar uma estratégia eficiente, capaz de gerar bons resultados. Esperamos que este material de como vender produtos importados seja útil e, caso surja qualquer dúvida, acompanhe outros conteúdos que elaboramos em nosso blog. No mais, boas vendas!

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